Novos Mercados 03-01-2013

Vicort investe em novos mercados

Jornal Publico 29/12/2012

A aposta na Indonésia surgiu por acaso no percurso da Vicort, que produz máquinas para colheita florestal e que, perante a crise, se viu obrigada a virar-se para outros mercados. No ano passado, um amigo atraiu à empresa o embaixador da Indonésia em Portugal, Albert Matondang, que sugeriu o desenvolvimento de uma máquina para a colheita da palma.

A partir daí, e “devido ao trabalho que a embaixada fez”, foi “fácil” encontrar um parceiro local e estabelecer contactos com potenciais clientes, recorda Miguel Ferreira, director-geral da empresa de Castelo Branco, frisando que nos primeiros 15 dias na Indonésia conseguiu mais do que em seis meses no Brasil.

Em Outubro, a empresa deslocou uma equipa de técnicos à Indonésia para testar uma máquina inovadora para a colheita da cássia em áreas pantanosas e em cinco dias foi possível obter resultados. “A opinião final do nosso cliente é extremamente positiva”, acrescenta.

“O compromisso era que se a máquina operasse convenientemente seria efectuada uma encomenda significativa de máquinas, o que ainda não aconteceu”, conta, realçando que na Indonésia “as decisões são demoradas”. Neste mercado, é importante “ter cuidado com o parceiro que se escolhe e, acima de tudo, estar preparado para que as coisas não corram bem logo à partida”, adverte.

O director-geral da Vicort mostra-se confiante de que a encomenda será formalizada ainda este ano, até porque está programada uma visita de técnicos para darem formação nas próxima semanas. Se o negócio for avante, a empresa portuguesa espera vir a vender 100 a 150 máquinas por ano, passando a Indonésia a ser o seu mercado “número um”.

 

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